quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

PSP faz apreensões na feira semanal

Na passada segunda-feira, a zona da feira semanal onde vendem os comerciantes de etnia cigana foi alvo de mais uma operação de fiscalização por parte da PSP. De acordo com a edição do Correio da Manhã de ontem, dezenas de agentes do Corpo de Intervenção da Polícia de Segurança Pública entraram no recinto por volta das 10h00. A acção resultou na apreensão de "118 peças de vestuário, 640 DVD, 440 CD e 70 consolas com jogos", noticiou o CM.
Pode ler o resto da notícia aqui.

segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Jovem de Paramos agredida em "carjacking"

Uma jovem residente em Paramos e o seu namorado, de Paços de Brandão, Santa Maria da Feira, foram agredidos por três encapuzados armados numa urbanização em Nogueira da Regedoura, acabando por serem vitímas também de "carjacking", noticiou o Diário de Aveiro.
De acordo com o jornal, tudo aconteceu ao início da manhã do passado sábado, por volta das 06h30. O jovem casal de namorados foi alvo de uma "emboscada" na Urbanização do Cardoso por parte de três criminosos que estavam armados e encapuzados .
Depois de os terem ameaçado, um dos assaltantes acabou por retirar violentamente a mulher do carro, enquanto os outros dois elementos apontavam uma arma ao seu namorado e o agrediam a soco. Os três criminosos acabaram por roubar a viatura em que o casal seguia.
Pode ler a notícia aqui.


quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

JE | Edição nº 225 | 25 de Novembro 2009


segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Entrevista a Valdemar Ribeiro



Depois de 16 anos de domínio socialista, a Câmara Municipal de Espinho foi novamente conquistada pelo PSD. Olhando para o passado, o Jornal de Espinho esteve à conversa com Valdemar Ribeiro, o homem das finanças dos mandatos dos sociais-democratas Lito Gomes de Almeida, Elsa Tavares e Romeu Vitó. Foi sob o comando deste vereador que a autarquia adquiriu muito do património que hoje ainda tem. Para o futuro, o espinhense deixa alguns conselhos ao executivo: são necessárias verbas camarárias para não se perderem os fundos comunitários.


Numa altura em que a Câmara Municipal se adapta à liderança social-democrata após 16 anos de domínio socialista, o Jornal de Espinho ouviu o homem que foi responsável pelas finanças da autarquia durante os mandatos de Lito Gomes de Almeida, substituído por Elsa Tavares devido a doença, e de Romeu Vitó. Valdemar Ribeiro, hoje a cerca de um mês de completar 76 anos, chegou mesmo a ser chefe do executivo camarário durante alguns meses, como o próprio o disse, “por força das circunstâncias”. O espinhense recordou esses tempos em que, dos bastidores, quis fazer mais e melhor numa daquelas que considerava “uma das Câmaras mais bem dirigidas do país”.

Valdemar Ribeiro explicou ao JE que a primeira vez que colaborou com a Câmara Municipal de Espinho foi há cerca de 34 anos, já que, antes de entrar para a autarquia na equipa de Lito Gomes de Almeida, o espinhense tinha sido já duas vezes vereador substituto, nomeadamente de Ângelo Cardoso e Carvalho e Sá. “Nunca deixava meter o meu nome nos elegíveis”, justificou. Quando Lito Gomes de Almeida concorreu para a presidência da autarquia, Valdemar Ribeiro aceitou o convite porque do partido lhe disseram que o seu nome foi proposto por unanimidade.

Eleições ganhas, Valdemar Ribeiro assumiu o pelouro das finanças e das juntas de freguesia e o seu objectivo foi, desde logo, definido: “a Câmara de Espinho era uma câmara das mais bem dirigidas de Portugal, mas eu acreditava que era possível fazer mais e foi isso que eu fiz”. O espinhense recordou ao JE que, naquela altura, a autarquia tinha “bastante dinheiro à ordem, porque os empregados tinham medo que não houvesse dinheiro para pagar os ordenados”. O vereador decidiu que os salários passariam “a cair na véspera na conta dos funcionários”.

Recordando episódios passados, o ex-vereador deu especial destaque a um que partilhou com o JE: “a Câmara tinha em Lisboa dinheiro do turismo destinado a fazer umas obras que nem projecto tinham. Eram 125 mil contos da autarquia e que não rendiam nada”. Nessa altura e por causa de uma cerimónia da atribuição do dinheiro do jogo, o secretário de Estado do Turismo, Joaquim Caldeira, deslocou-se a Espinho e, numa reunião, Valdemar Ribeiro pediu esse dinheiro para água e saneamento. Quando o dirigente argumentou que essas áreas não eram turismo, ele respondeu que “Espinho era uma terra de luxo, mas que ainda não tinha saneamento”. O responsável pelas finanças da autarquia acabou mesmo por conseguir que o dinheiro viesse para o concelho e foi ele mesmo a Lisboa buscá-lo, como lembrou à nossa reportagem.

Leia o resto da reportagem na edição impressa.

Último presidente do PSD antes de José Mota

Romeu Vitó, falecido recentemente, foi o último presidente do PSD na Câmara de Espinho antes do domínio socialista, que manteve José Mota 16 anos no poder.


O presidente social-democrata constituiu o executivo conjuntamente com Elsa Tavares, Valdemar Ribeiro e Rolando de Sousa (PS), exercendo aquelas funções durante quatro anos.

Romeu Vitó foi ainda presidente da Junta de Espinho antes de assumir a presidência da Câmara. Colaborou igualmente com os escuteiros, com o Grupo Colombófilo, com os Bombeiros Voluntários de Espinho, com o Sp. de Espinho, onde foi presidente da Comissão Administrativa e da Assembleia Geral, com a Cruz Vermelha, foi fundador e presidente do Lions Clube de Espinho, tendo ainda deixado o seu contributo na Associação Comercial e Irmandade de Nossa Senhora da Ajuda, funções que ainda desempenhou este ano durante as festas da cidade.

sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

O deslumbramento do poder e as influências


O PSD ganhou as eleições autárquicas em Espinho. Ou melhor, foi o PS quem perdeu estas eleições. Mas isso para o caso também não importa. Uns gostaram, outros nem tanto, mas o facto é que Pinto Moreira é mesmo o presidente da Câmara Municipal de Espinho. É e será, se não se deixar levar pelos interesses particulares que no futuro poderão aparecer, sentido-se [esses tais particulares] no direito de cobrar as palavras simpáticas, assinadas durante o decorrer da campanha eleitoral. Não é que o partido lhes tenha pedido nada, mas este tipo de inciativas dão sempre jeito e são créditos que ficam para o futuro.
Não quero acreditar nesse tipo de favores políticos. Bem sei que Jean-Jacques Rousseau - filósofo suíço que viveu no século XVIII - defende que “todos os homens nascem livres e a liberdade faz parte da natureza do homem”. Mas - acrescento eu - o problema está no meio ambiente que nos rodeia, que nos vai moldando consoante o sentido da vida. Uns mais do que outros, é certo, mas acabamos sempre por ser influenciados por tudo aquilo que está à nossa volta.
Vem isto a propósito do deslumbramento do poder. Já conheci herdeiros humildes que de repente receberam grandes fortunas e acabaram na miséria. Uns porque não souberam gerir bem os créditos que tinham entre mãos, outros porque quiseram “ser mais papistas que o Papa” e adulteraram as regras do jogo. Jogaram apostas que não deviam e acabaram por perder tudo. É aqui que reside o perigo. A ganáncia do deslumbramento do poder leva a que se cometam excessos.
Ora, o tecido empresarial é um dos ramos que impulsiona a economia e, assim sendo, acaba sempre por influenciar algumas estratégias. É conhecido o princípio de Antoine-Laurent de Lavoisier que demonstrou o príncipio da conservação da matéria: “nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.
Sobre a realidade local, acredito firmemente que Pinto Moreira não ceda a este tipo de pressões e muito menos aos jogos da especualção imobiliária. É um homem sério, experiente, até pela formação profissional que tem - advogado - e está no auge da sua carreira política.
É precisamente por isso que Pinto Moreira tem a obrigação de chamar à razão e aconselhar os menos experientes e menos conhecedores das regras democráticas a respeitar, ensinado a respeitar as normas do jogo. São estes, afinal, os que geralmente mais se deslumbram com o poder.

 Director do Jornal de Espinho

JE | EDIÇÃO N.º 224 | 11 NOVEMBRO 2009



Assalto rende 240 mil euros em ouro e jóias

Um ourives de Espinho ficou sem 240 mil euros em ouro e um Mercedes num assalto de que foi alvo à porta de casa, ontem. Os assaltantes dispararam um tiro contra o carro e estiveram, ainda, envolvidos num acidente.
"Estava a sair de casa para levar o meu filho à escola quando apareceu um Fiat Punto branco que se atravessou à frente do meu carro e saiu um tipo encapuzado e armado", contou, ao JN, o ourives residente no Lugar de Além do Rio, em Anta. A notícia está na edição on-line do JN.

"Realizamos Sonhos"

Longe vão os tempos em que o lema da Castro Iluminações Festivas, criada em 1921 numa pequena fábrica em Espinho, era "trabalhar no Verão para se comer no Inverno". Ainda assim, o êxito da empresa está alicerçado numa fórmula simples: o carpinteiro António Araújo e Castro decidiu arriscar-se na ornamentação de festas, fazendo arcos em madeira. A totalidade está no Jornal de Notícias.

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

José Mota não tomou posse

José Mota, ex-presidente da Câmara Municipal de Espinho, renunciou ao cargo de vereador eleito pelo PS, no novo Executivo que hoje tomou posse nos paços do concelho. Assim tomaram posse os quatro vereadores do PSD e três do PS. Leia a notícia no Sol .