JE - Têm sido muitas as rupturas na rede de abastecimento da cidade de Espinho. A nossa rede está velha, cansada e muito usada?
MR – Há parte da rede que está muito velha e muito usada, porque já é muito antiga, mas há muita parte da rede que é moderna e está em muito bom estado.
JE – Não há necessidade de uma intervenção de fundo que leve a uma remodelação da totalidade da rede no concelho de Espinho?
MR – Eu penso que isso nunca se põe, porque há partes da rede que são relativamente novas. Posso-lhe dizer que todo o centro de Espinho, na altura que foi feita a requalificação urbana foi reconvertida, é toda nova.
JE – Mas já houve uma série de rupturas, nomeadamente na Rua 19, com custos acrescidos para o comércio.
MR – Sim, vai havendo rupturas. Quando são persistentes em zonas em que a rede é muito antiga, nós tomamos a opção de a substituir em troços grandes.
JE – Houve um caso em que, dois dias depois de ter sido feita uma repavimentação da Rua 19, para cima da Rua 24, houve duas rupturas, o que acabou por estragar o piso que tinha sido colocado. Parece que se arranja de um lado e se estraga do outro?
MR – A indicação que eu tenho dos serviços não é exactamente essa. Depois de se colocar o tapete, houve a necessidade de recolocar as caixas de manobra das válvulas, e também se substituiu uma válvula que começou a verter, isto é, ao meter o tapete as caixas ficaram mais fundas.
JE – Aí é pior a emenda que o soneto, essas obras deviam ter sido feitas antes?
MR – Provavelmente, até por alguma razão a válvula começou a verter, isso pode acontecer, e verteu a seguir à repavimentação e tinha de ser reparada.
JE – Quando estas rupturas provocam prejuízos avultados no comércio local a Câmara tem indemnizado?
MR – Não, essa questão nunca foi posta.
JE – Confirma que a rede pública de abastecimento de água do concelho de Espinho utiliza condutas ou tubos de fibrocimento?
MR – A rede de Espinho usa três tipos de materiais, o fibrocimento, o pvc e o polietileno. Naturalmente, o fibrocimento é a parte mais antiga, e usou-se no mundo inteiro.
JE – O fibrocimento, como é do seu conhecimento, tem produtos cancerígenos. Presumo que encare esta situação com alguma preocupação?
MR – Não, porque não conheço a composição química de nenhum destes elementos, mas sei e posso garantir que semanalmente fazemos análise da qualidade da água, temos 89 pontos de colheita em todo o concelho, incluindo os reservatórios, e a qualidade da água no concelho de Espinho é excelente. É evidente que existem estes tubos onde circula a água e onde sempre circulou, ma o que eu posso garantir é que toda a água de abastecimento público é de excelente qualidade.
JE – Até que ponto esta situação pode prejudicar a saúde pública?
MR – Não conheço. De acordo com os parâmetros que nós somos obrigados a medir, a indicação que eu tenho é que a qualidade da agua é excelente, aliás, qualquer pessoa pode, no site da Câmara, aceder aos editais da qualidade da água, porque trimestralmente temos de fazer editais, fixando-os na Câmara e na Internet. A população pode estar descansada, a água que bebemos é boa, até eu próprio bebo água da torneira.
JE – Em relação aos produtos cancerígenos, não tem qualquer estudo sobre essa matéria?
MR – Não. Fazemos as análises que se têm revelado de excelente qualidade e todos estes equipamento estão na rede de Espinho e de todo o mundo.
JE – Há já autarquias que estão a implantar soluções para não andarem sempre a rebentar o piso das estradas, fazendo galerias técnicas, onde todas as infra-estruturas são lá colocadas. Espinho encara no futuro vir a fazer este tipo de galerias?
MR – Isso é, de facto, uma possibilidade. É evidente que é uma solução extremamente dispendiosa, mas é uma solução que nós também temos presente.
MR – Há parte da rede que está muito velha e muito usada, porque já é muito antiga, mas há muita parte da rede que é moderna e está em muito bom estado.
JE – Não há necessidade de uma intervenção de fundo que leve a uma remodelação da totalidade da rede no concelho de Espinho?
MR – Eu penso que isso nunca se põe, porque há partes da rede que são relativamente novas. Posso-lhe dizer que todo o centro de Espinho, na altura que foi feita a requalificação urbana foi reconvertida, é toda nova.
JE – Mas já houve uma série de rupturas, nomeadamente na Rua 19, com custos acrescidos para o comércio.
MR – Sim, vai havendo rupturas. Quando são persistentes em zonas em que a rede é muito antiga, nós tomamos a opção de a substituir em troços grandes.
JE – Houve um caso em que, dois dias depois de ter sido feita uma repavimentação da Rua 19, para cima da Rua 24, houve duas rupturas, o que acabou por estragar o piso que tinha sido colocado. Parece que se arranja de um lado e se estraga do outro?
MR – A indicação que eu tenho dos serviços não é exactamente essa. Depois de se colocar o tapete, houve a necessidade de recolocar as caixas de manobra das válvulas, e também se substituiu uma válvula que começou a verter, isto é, ao meter o tapete as caixas ficaram mais fundas.
JE – Aí é pior a emenda que o soneto, essas obras deviam ter sido feitas antes?
MR – Provavelmente, até por alguma razão a válvula começou a verter, isso pode acontecer, e verteu a seguir à repavimentação e tinha de ser reparada.
JE – Quando estas rupturas provocam prejuízos avultados no comércio local a Câmara tem indemnizado?
MR – Não, essa questão nunca foi posta.
JE – Confirma que a rede pública de abastecimento de água do concelho de Espinho utiliza condutas ou tubos de fibrocimento?
MR – A rede de Espinho usa três tipos de materiais, o fibrocimento, o pvc e o polietileno. Naturalmente, o fibrocimento é a parte mais antiga, e usou-se no mundo inteiro.
JE – O fibrocimento, como é do seu conhecimento, tem produtos cancerígenos. Presumo que encare esta situação com alguma preocupação?
MR – Não, porque não conheço a composição química de nenhum destes elementos, mas sei e posso garantir que semanalmente fazemos análise da qualidade da água, temos 89 pontos de colheita em todo o concelho, incluindo os reservatórios, e a qualidade da água no concelho de Espinho é excelente. É evidente que existem estes tubos onde circula a água e onde sempre circulou, ma o que eu posso garantir é que toda a água de abastecimento público é de excelente qualidade.
JE – Até que ponto esta situação pode prejudicar a saúde pública?
MR – Não conheço. De acordo com os parâmetros que nós somos obrigados a medir, a indicação que eu tenho é que a qualidade da agua é excelente, aliás, qualquer pessoa pode, no site da Câmara, aceder aos editais da qualidade da água, porque trimestralmente temos de fazer editais, fixando-os na Câmara e na Internet. A população pode estar descansada, a água que bebemos é boa, até eu próprio bebo água da torneira.
JE – Em relação aos produtos cancerígenos, não tem qualquer estudo sobre essa matéria?
MR – Não. Fazemos as análises que se têm revelado de excelente qualidade e todos estes equipamento estão na rede de Espinho e de todo o mundo.
JE – Há já autarquias que estão a implantar soluções para não andarem sempre a rebentar o piso das estradas, fazendo galerias técnicas, onde todas as infra-estruturas são lá colocadas. Espinho encara no futuro vir a fazer este tipo de galerias?
MR – Isso é, de facto, uma possibilidade. É evidente que é uma solução extremamente dispendiosa, mas é uma solução que nós também temos presente.